Archive | January, 2014

Dossiê: Acessórios masculinos

23 Jan

Alguns consumidores da minha loja são meninos e eles sempre reclamam do fato de não existir muita loja que tenha acessório masculino. Os que existem são feios, muito simples e se resume a pulseiras, mochilas e óculos, além de serem caros. Mas se eles reclamam é porque eles querem ter opções descentes, não? A verdade é que o ramo da moda se concentra a um nicho: Mulheres magras entre 20 a 30 anos. Há uma escassez para quem está fora da estática.
Eu confesso uma dificuldade para achar a linha certa: algo que não seja tão feminino e também não seja tão simples. Outras marcas fazem isso com perfeição, conseguindo traduzir a alma masculina que gosta de se vestir bem. Algumas estão aqui embaixo.

acessóriosmasculinos

1- Mix de pulseira
2- Pulseira de couro, nó de marinheiro
3- Colar rosa dos ventos
4-Pulseira de couro
5- Colar aeronautica
6- Colar touro
7- Colar escorpião

Na loja também tem acessórios masculinos, mais opções para vocês!
2014-01-22-784

Sobre crespos, reconhecimento, beleza e felicidade.

21 Jan


Nasci no interior de Minas e vim morar no Rio de Janeiro (mais especificamente em Niterói) com dias de nascida. Minha mãe sempre lembra: “A Júlia nasceu com o cabelo lisinho e depois de algumas semanas começou a encrespar”. Durante muito tempo pensei que meu cabelo poderia e deveria continuar liso, afinal liso era lindo e bom e o meu cabelo era feio e ruim, pelo menos era isso que quase todas as pessoas a minha volta e a mídia me faziam acreditar.

Sou fruto de uma mistura muito louca de português e negro por parte de mãe e alemão com índio/negro por parte de pai. Não, meus pais não têm cabelo crespo, minha mãe é loira dos olhos verdes e meu pai negro do cabelo liso e, para complicar mais ainda, nenhum parente próximo tem cabelo crespo, logo quando eu era criança não existia nenhuma boa alma que sabia como tratar de um cabelo crespo como o meu. Até os meus três anos de idade tinha o cabelo curtinho, parecia um menino (principalmente quando minha mãe resolvia me vestir com all star, bermudão, colete e boné), depois minha mãe deixou meu cabelo crescer, mas foram raras as vezes que meu cabelo ficava solto e mostrava a que veio, na maioria das vezes estava preso, de maneiras diferentes, coquinhos pela cabeça, rabo de cavalo, trança, muita tranças e etc. A única pessoa que adorava e achava lindo o meu cabelo solto e cheio era uma tia avó minha, e toda vez que ela soltava meu cabelo, eu sentia vergonha e me achava feia, ai era eu mesma que tratava de embolar ele na tentativa de fazer com que o volume dele diminuísse.

Quando eu tinha por volta de dez anos de idade meu pai decidiu: ou eu dava um jeito no meu cabelo, ou ele cortaria meu cabelo igual a um menino (igual ao que eu tinha com três anos). E lá foi minha mãe me levar a uma rede de salões (na época nova) especializados em cabelos crespos e que tinha (e tem) um método inovador de relaxamento. Chegando lá, o tratamento só poderia ser iniciado com o cabelo seco, o meu estava úmido e preso (um atentado a qualquer cabelo), então começou o sufoco, minha mãe soltou meu cabelo, me levou para o lado de fora do salão (que fica em um shopping aqui em Nikity city) e começou a passar um pente na tentativa de separar os fios e secar. Meu cabelo virou uma juba ENORME, não tinha uma pessoa que passasse e não olhasse e por consequência, não entortasse a cara para mim. Naquele momento eu já me sentia horrível e queria matar minha mãe por me fazer passar por aquilo. Quando o cabelo secou, voltamos para o salão, e começou a tortura. O primeiro procedimento era dividir todo o meu cabelo em pequenas mechas e isso era feito com um pente relativamente largo, mas não me lembro de ter sentido tanta dor de cabeça como naquele dia. Depois passei para um local onde o produto era aplicado e meu cabelo foi desembaraçado novamente, dessa vez molhado e com um pente fininho, mais dor. Depois foi penteado e lá estava eu com o cabelo baixinho, mas ainda cacheado. E quando saí do salão ainda sentindo dor de cabeça e reclamando ouvi da minha mãe (e de muitas pessoas): “Quer ficar bonita? Tem que sentir dor”. Ouvi, concordei e continuei fazendo esse tratamento por alguns anos, até que o creme de pentear que eu tinha que usar começou a atacar minha rinite.

Em 2005 logo após o aniversário de quinze anos de uma amiga minha, viajei para Minas com amigos da família e lá me levaram para fazer mais um tratamento milagroso na tentativa de domar meu cabelo. Fui no salão, fiz o tratamento, dessa vez sem sentir dor. Voltei para Niterói, e meu cabelo começou a cair, não fiquei careca, mas meu cabelo quebrou a cerca de 10 cm da raíz (ok, eu também cortei uma franja ridícula escondida da minha mãe porque todo mundo tinha franja e eu não, só que todo mundo tinha cabelo liso e eu não). Em 2006 fiz quinze anos e no dia da festa (linda e arrasadora) fui fazer o cabelo no salão e claro que para fazer o penteado era necessário passar por escova e babyliss. Porém a cabelereira se deparou com um “problema”: segundo ela, não daria para alisar a minha raiz sem fazer relaxamento (contem comigo: o terceiro processo químico diferente em cinco anos), e lá fui eu fazer o relaxamento, a escova e o babyliss. Depois da festa continuei fazendo esse mesmo tratamento, até que cerca de dois anos depois resolvi fazer reconstrução capilar, que é parecida com uma escova dessas que existem aos montes por ai e saí do salão com o cabelo liso. De início achei diferente mais depois tinha a sensação de que não era eu, mas todos a minha volta me elogiavam e surgia um dilema com o qual tenho certeza que muitos se identificam: deixar como eu gosto e encarar o olhar torto dos outros ou deixar como os outros gostam e me sentir em outro corpo (ou em outro cabelo)? Decidi ignorar os outros e no dia seguinte lavei meu cabelo e ele voltou a ter cachos, meio murchos e abertos, mas ainda tinha cachos. Porém, voltei ao relaxamento e usufruí dele por muitos anos.

Entrei na faculdade, comecei a namorar, terminei o namoro, e o relaxamento (que a essa altura do campeonato me dava até alergia, meu couro cabeludo ficava queimado e ardendo, mas sempre lembrava: “Quer ficar bonita? Tem que sentir dor.”) lá fazendo parte da minha vida, tinha o cabelo grande e com pouco volume, meu cabelo chegou até a cintura e todo mundo babava por ele. Até que um pouco antes do meu aniversário de dezenove anos resolvi cortar o cabelo acima do ombro. Assim que fiz isso uma amiga tuitou uma frase para mim: “Dizem que a mulher que corta o cabelo, muda de vida.” Li, gostei, e coincidência ou não ela profetizou grandes mudanças, boas mudanças. Ok, essas mudanças não vieram de cara (com relação ao cabelo), ainda fiz relaxamento, reconstrução capilar, mas já começava a curtir o volume do cabelo, colocava flor, grampos diferentes, etc. Começava a pensar em assumir o meu cabelo como ele realmente era (e consequentemente assumir o que sempre fui, mas que não me reconhecia como: negra). Até que em maio de 2012 fiz meu último tratamento químico, a reconstrução térmica mais uma vez. Ai sim começou a minha verdadeira transformação. Continuava mantendo o cabelo entre o curto e o médio. Comecei a fazer hidratação regularmente e via que o meu cabelo começava a se transformar, tinha mais brilho, era mais solto. Algo que me ajudou muito nesse processo foi a arte, eu, que sempre desenhei, peguei gosto por desenhar pessoas, em sua grande maioria mulheres negras, negras com o cabelo black, que antes poderiam parecer estranhas, mas agora eram ícones de beleza pra mim. Comecei a pensar em cortar meu cabelo black, até que um belo dia, aconteceu, fui em outra cabelereira (que tem e adora cabelos crespos como eles são), levei uma foto e disse: é assim que eu quero. Ela não titubeou e cortou do jeitinho que eu queria. Saí de lá torcendo para o cabelo secar logo para que eu pudesse ver como tinha ficado. Quando me olhei no espelho me senti a mulher mais linda do mundo, nunca tinha me sentido tão eu. Depois disso, cortei o cabelo mais duas vezes (isso se transforma em um vício), uma vez para manter o corte anterior e a outra para tornar ele mais curto e ter minha nuca livre (juro que nunca tinha visto e nem sentido tão claramente a minha nuca). Acho que não preciso dizer que quase dois anos depois da última química meu cabelo voltou a ser o que sempre foi, só que muito mais bonito e mais bem cuidado, porque eu aprendi a cuidar e a amar ele. Consequentemente muitas pessoas a minha volta passaram a amar ele também, e as que ainda acham ele feio e ruim, o respeitam e não falam isso para mim, pois sabem a resposta que virá para tamanho preconceito (racismo mesmo). As pessoas que me veem na rua, muitas vezes entortam a cara sim, alguns conhecidos me perguntam porque não aliso e logo respondo: “Porque não gosto, porque amo ele assim desse jeito”. Ainda ouço de amigos ou de pessoas desavisadas, que cabelo crespo é cabelo ruim, ou piadas com isso, muitas vezes ignoro o discurso que me cansa só de pensar, mas muitas vezes rebato dizendo que não existe cabelo ruim, que isso é preconceito, racismo, mas sabe como é né, negros são paranoicos e quem decide o que é racismo ou não é quem nunca sentiu isso na pele.

E em meio a padrões, racismos e machismos da vida o cabelo crespo é para mim e para muitas outras pessoas a libertação, a libertação da sociedade, libertação de preconceitos que assimilamos, reconhecimento, reconhecimento de nossa beleza, a certeza de que para ficar bonita não tem que sofrer, não e que além disso, toda mulher é bonita do jeito que é e que nenhuma de nós tem obrigação de ser bonita dentro dos padrões da sociedade, afinal não somos objetos decorativos, reconhecimento da etnia, da cor da pele, reconhecimento de que não somos moreninhos, somos negros, não existe problema nenhum em assumir isso e acima de tudo felicidade, a felicidade que procede do amor próprio e da certeza de que sem esses cachinhos e esse volume não seríamos nós mesmos.

Texto feito pela Júlia Reis

Não me convidaram para esta festa pobre

15 Jan

Somos seres escrotos. Abre aquele jornal de 50 centavos na sua banda de jornal e presta atenção sobre o que um humano é capaz. E a gente, no alto do nosso “não sou como você, sou superior”, também somos. E nem ligamos.
Quem nunca viu uma foto no face (ou uma rede social qualquer) de uma festa que você teve certeza que não foi convidado? Aquele sentimento de “desleixo” e de “deixada para lá” é forte, amarga a garganta, seca nossa laringe e embrulha nosso estomago. Sempre que passo por uma situação dessa eu desejo o mal a pessoa. E aquele sentimento de “não sou capaz de fazer algo assim” povoa a minha mente, com um sorriso metafísico no meu rosto. Mas lembra do que falei? Somos escrotos…
Aconteceu uma situação dessas, só que ao contrário. Eu não convidei uma pessoa. Teve uns motivos: Sempre convido a pessoa e ela nunca vai (isso desanima); O objetivo do encontro era um e ela não estava incluída (seria escroto); Ela mora longe (não é bem um motivo); Ela fura sempre (isso desanima). Mas como falar isso para ela? Isso não é escrotice? Eu poderia mentir… Aquela que todo mundo usa (não deu tempo de te chamar/ foi feito em cima da hora/ puxa vida, desculpa, foi para um grupo restrito). As pessoas não convidam as outras porque sim. Mas é duro pensar no pior… Que você foi esquecido. Ninguém gosta de ser jogada para escanteio. Ninguém gosta de não ter carisma o suficiente para não ir aos locais. Todo mundo quer ser a estrela, mesmo que seja uma pequena, ser o indispensável.
Bateu um soco no meu estomago. Foi babaquice minha. Dos outros, talvez. Eu que sempre penso “sou diferente dos outros”… e não sou. Sou tão escrota como vocês, que estão lendo este texto. Somos babacas, fazemos nossa própria panela.

Lista: os 10 melhores filmes da Disney

10 Jan


Podem falar o que quiser, eu não ligo. Eu fui criada pelos filmes da Disney e mesmo sabendo que as lições deles não são tão legais, continuo enfrentando um monte de criança no cinema e me deliciando com o mais novo filme a ser lançado (meu caso mais recente com Frozen). Eles tem uma magia, são lindos e mesmo às vezes idiotizando as crianças, eles são inocentes (no geral, ok?) e tem aquelas músicas que todo mundo ama e sabe cantar. Enfim, sou fan girl, não nego, e por isso fiz esta lista dos 10 melhores filmes da Disney (na minha opinião).

A Bela e a Fera


História: Bela sai de sua cidade para procurar ajuda para seu pai. Ao se perder, é seqüestrada por um monstro, morador de um castelo e dono de uma maldição, que logo se apaixona por ela. No final eles se casam e vivem felizes para sempre.

Porque eu gosto? A lição demoníaca é clara: Você pode mudar a fera que existe no seu parceiro com amor. Umas mentiras, todas sabem. Mas isso não impede de eu achar a cena da valsa linda, a música linda, o vestido lindo e o Gaston um escrotão.

Rei Leão

História: Um filhote de leão tem que fugir da sua terra natal por acreditar que matou seu próprio pai. Enquanto isso, seu tio perverso domina o reino que tanto quis. No final acaba tudo bem.

Porque eu gosto? Vamos começar pelo começo. É uma das melhores cenas de abertura de todos os tempos em todos os filmes. Aquela música, aqueles bichos e o macaco levantando o leãozinho…. Toda vez que vejo sinto arrepiada! Além de ter o melhor vilão (Scar é mal… mata o irmão, mente dizendo que foi seu filho, domina todo mundo, é amigo das hienas…) e as melhores músicas (culpa do sir Elton). Não é a toa que virou musical da Broadway!

Pequena Sereia

História: Após ver um homem se afogando, a filha do Triton quer virar humana para viver ao seu lado. Depois de se decepcionar com seu pai, a sereia busca ajuda na bruxa dos mares para virar humana. No final eles se casam e vivem felizes para sempre.
Porque eu gosto? É meu desenho favorito da Disney. É a minha princesa favorita. Tem minhas músicas favoritas (reparem na letra parte do meu mundo). E tem a minha vilã favorita (Apesar de que adoro o Jafar.).

Toy story (1,2,3)

História: O amadurecimento de uma criança e a história de seus brinquedos, que ganham vida quando ninguém tá vendo.
Porque eu gosto? Porque eu queria que meus brinquedos fossem tão legais quanto Woody e companhia. Claro, falando e vivendo a vida!

Procurando o Nemo

História: Um peixe se perde do seu pai, que atravessa o oceano para encontra-lo.
Porque eu gosto? Primeiro que me dá uma calmaria ficar olhando aquele mar todo. O filme é bem feito e condiz com a realidade do oceano (uma estudiosa me contou). Além de ter um roteiro divertido e a personagem secundária (Dolly) ser tão legal que você nem repara que ela não é a principal.

Aladdin

História: Um ladrão se apaixona por uma princesa e com a sorte de achar uma lâmpada tenta conquista-la. Em contrapartida, o braço esquerdo do sultão tenta dominar o reino.
Por que eu gosto? Músicas divertidas, vilão apaixonante (adoro o Jafar, nem vem) e o Gênio. Lembro que quando eu era criança, sempre ria das mesmas piadas que o Gênio contava.

Alice no País das Maravilhas


História: Uma menina, ao seguir um coelho apressado e procurar seu gato, entra num mundo cheio de magia e fantasia.
Por que eu gosto? Por um bom tempo da minha vida este filme era o meu favorito. Um das poucas histórias que a Disney não modificou o roteiro (só algumas poucas coisas) e manteve do jeito que foi criado. Um pouco menos soturno e alguns personagens escondidos até porque não é apenas um livro (são muitos). Mesmo que o Tim Button ter feito uma releitura, ainda prefiro as cores e a loucura do desenho original de 1951.

Monstro S.A. e Universidade Monstro

História: é sobre um mundo de monstros.
Por que eu gosto? Sempre que vejo o filme eu fico curiosa em relação ao mundo fantástico cheio de detalhes que fizeram nos 2 filmes. Espero um terceiro para querer saber mais (apesar que na minha opinião não cabe).

Mulan

História: Uma menina se finge de homem para salvar seu pai de uma guerra.
Por que eu gosto? É divertido e a Mulan é diferente das outras princesas. É corajosa, sabe lutar e não fica esperando o príncipe encantado. Ok, isso é uma tendência comum nos desenhos de hoje em dia, mas na década de 90 isso era bem novo.

Detona Ralph


História: Um vilão quer ser herói.
Por que eu gosto? É superdivertido pensar na temática “videogame” como se fosse “Toy Story”. O filme lida com bulling, com mudança, com sonho, com amizade, com um monte de coisa. E não tem princesa, nem príncipe, nem conto de fadas… É franco e direto!

Foquei nos desenhos. E é meu gosto ^^

Você não é fotografo!

8 Jan

Numa casa na Lagoa, preparando o ambiente para começar a trabalhar (trabalho com festas) estavam sentados no sofá o pai do aniversariante, o amigo e um fotógrafo. Profissional escolhido pela mãe, que tem dinheiro, para tirar as melhores fotos do aniversário de 2 anos do seu filho.
O amigo começou a puxar assunto sobre fotografia com o profissional, que simpático respondia a todas as perguntas. Logo o cara começou a falar para sobre o seu talento com fotografia…
-Quero te mostrar uma foto que eu tirei no Maranhão- Tirou o celular do bolso, um Galaxy de última geração. –Olha como tá enquadrada, olha o sentimento dela… Tá vendo? Tirei a foto num momento, foi uma percepção minha porque esta situação merecia ser fotografada.
-Bacana, bacana- respondia o fotógrafo. Não estava constrangido, estava realmente sendo simpático, sempre com um sorriso no rosto como se já estivesse acostumado com este tipo de abordagem.
– Eu peguei meu celular e tirei, sem que as pessoas percebessem. Adivinha quem são estas pessoas?
-Não sei…
– É a babá e o patrão. Olha o sentimento que envolve esta foto, percebe isso?
– Sim, claro…
– Esta babá com rosto sofrido, gente que tem muito sofrimento. Você vê isso pela foto, não é?
– Claro…
– Não ficou muito bom?
– Ficou…. ficou bem legal….
E assim o assunto terminou. Imagino quantos fotógrafos devem ouvir isso durante o trabalho. Um fulaninho com um celular mais ou menos mostra o que tirou e se compara ao profissional, às vezes se achando melhor que a pessoa que estuda luz, física, tem um monte de equipamento, lê um monte de livro, vai a um monte de exposição, dedica um tempo da sua vida fazendo experimento e ao mesmo tempo tira fotos quadradas de festa infantil para consegui dinheiro.
E porque eu sei que não é porque você fotografa que você é fotografo (e muito menos tem talento para isso), que meus parabéns vai para quem realmente sabe o que é esta arte e como é feita. Algo que vai além dos filtros do instagram e dos enquadramentos de celulares de última geração.
Feliz dia dos fotógrafos (aos fotógrafos)